domingo, 14 de junho de 2015

Guia de Viagem a Lisboa - Dicas das Principais Atrações de Lisboa

Lisboa apresenta marcas vivas do passado brasileiro, com suas ladeiras, becos e palacetes. O Rio Tejo e a presença constante do sol colorem a capital portuguesa e valorizam sua bela arquitetura.
Veja em "Mais informações" as principais Atrações de Lisboa.

Alfama
Visitar Alfama é visitar a arquitetura, os sons e os odores da Lisboa antiga. Este é um dos bairros mais típicos de cidade. Nas estreitas e sinuosas ruas encontrará o tesouro escondido e nas suas íngremes escadas poderá respirar a alma de Lisboa.
Em Alfama, ainda é possível ver vestígios das ocupações Romana e Árabe, duas das civilizações mais dominantes no passado de Lisboa. As ruas estreitas, resultado da cultura Muçulmana, são uma marca do Corão, onde pouco valor é dado às fachadas em detrimento do interior das casas, que é muito mais valorizado. Já foi lar de delinquentes e desafortunados e, devido à sua proximidade com o mar, foi também casa de muitos marinheiros.
Reconstruída pela população local após o terremoto de 1755, Alfama correu o risco de ser demolida, o que felizmente não aconteceu uma vez que esta zona da cidade foi considerada um livro de história viva, onde o passado se mistura com o presente...
Avenida da Liberdade
É uma das mais importantes avenidas da cidade de Lisboa, construída no estilo dos Campos Elísios em Paris.
Depois do Terremoto de 1755, o Marquês de Pombal criou o Passeio Público na área atualmente ocupada pela parte inferior da Avenida da Liberdade e Praça dos Restauradores. Apesar do nome, era rodeado por muros e portões por onde só passavam os membros da alta sociedade. Em 1821, quando os Liberais subiram ao poder, os muros foram derrubados e o Passeio foi aberto a todos.
A grande avenida arborizada tornou-se num centro de cortejos, festividades e manifestações. A Avenida ainda conserva a sua elegância, com fontes e esplanadas magníficas sob as árvores. Majestosa, com 90 metros de largura e pavimentos decorados com padrões abstratos, está agora dividida por dez faixas de trânsito que ligam os Restauradores à Praça do Marquês de Pombal, para o Norte.
Esta avenida está repleta de hotéis (muitos deles de luxo), lojas e alguns dos melhores cafés, teatros e Universidades.
Nesta avenida estão lojas de marcas internacionalmente conhecidas como Louis Vuitton, Prada, Dolce & Gabbana, Armani, Todd's, Burberry e lojas multimarca de luxo que vendem marcas como Christian Dior, Chanel, Versace, Balmain, Gucci, Givenchy, Yves Saint Laurent, Michael Kors, Stella McCartney, Christian Louboutin, Donna Karan, etc.
Na Avenida da Liberdade há vários monumentos e estátuas:
- Estátua de Alexandre Herculano, da autoria de Barata Feio;
- Estátua de Almeida Garrett do mesmo autor;
- Estátua de Oliveira Martins, de Leopoldo de Almeida;
- Monumento a Rosa Araújo, de Costa Mota;
- Monumento aos Mortos da Grande Guerra, de Maximiano Alves e pelos irmãos Rebelo de Andrade;
- Estátua de Simon Bolivar, de Arturo R. Aguilero, que foi oferecida pela Comunidade Portuguesa na Venezuela a Portugal, tendo sido inaugurada em 1978;
- Monumento a Pinheiro Chagas, de Costa Mota.

Belém - Palácio de Belém
O Palácio de Belém é a residência oficial do Presidente de Portugal. Construído em 1559 pelo nobre D. Manuel de Portugal, está localizado numa área que certamente você visitará. No século XVIII, este palácio era conhecido como 'palácio dos leões' - símbolo solar que combina Sabedoria e Poder - animais que podem ser vistos por todo o palácio.
As visitas ao Palácio e os seus lindos jardins podem ser realizadas aos sábados das 10h30 às 17h00, sempre que não estejam programados atos protocolares. Existem visitas guiadas, realizadas por um técnico do Museu da Presidência da República, e os ingressos  custam 5€ (com desconto de 2€ para estudantes e maiores de 65 anos).
Belém - Torre de Belém
Localizada na margem direita do Rio Tejo, destaca-se pelo nacionalismo, pois é toda rodeada por decorações do brasão de armas de Portugal, incluindo inscrições de cruzes da Ordem de Cristo nas janelas do baluarte. Dali partiam as caravelas rumo ao Novo Mundo no século 16.
A Torre de Belém foi construída em homenagem ao santo padroeiro da cidade, São Vicente. Para melhorar a defesa de Lisboa, o rei João II desenhou um plano que consistia na formação constituída por três fortalezas junto do estuário do Tejo. Formava um triângulo, sendo que em cada ângulo se construiria uma fortaleza: o baluarte de Cascais no lado direito da costa, a de S. Sebastião da Caparica no lado esquerdo e a Torre de Belém na água (já mandada construir por D. Manuel I).
Com o passar do tempo, e com a construção de novas fortalezas, mais modernas e mais eficazes, a Torre de Belém foi perdendo a sua função de defesa.
Durante os séculos que se seguiram, desempenhou funções de controle aduaneiro, de telégrafo e até de farol. Foi também prisão política, viu os seus armazéns transformados em masmorras, a partir da ocupação filipina (1580) e em períodos de instabilidade política. Finalmente, em 1983 a UNESCO classificou-a Património Cultural de Toda a Humanidade.
http://www.torrebelem.pt/pt/index.php

Belém - Pastéis de Belém
Você vai passar por Belém e com certeza provará um, ou dois, ou três, ou quatro pastéis. Se não provar, não foi a Lisboa. Só vale se for os famosos feitos na fábrica original, situada em Belém.
Todas as manhãs, o 'mestre dos pastéis' inicia a sua tarefa na cozinha, usando uma receita única em todo o mundo. Para juntar os ingredientes certos nas quantidades certas, segundo os métodos tradicionais, não há máquinas, apenas mãos cuidadosas e talentosas!
Pode-se comer pastéis de nata em muitos cafés, mas nenhum terá o sabor do original, especialmente quando ainda vem quentinho e é servido com açúcar em pó e canela. Mas, mesmo frios, continuam a ser incrivelmente deliciosos.
Se desejar, pode levar para degustar no hotel, embalados em caixa com o logotipo da fábrica e com pacotinhos de açúcar em pó e canela.
Castelo de São Jorge
É impressionante a vista do mar, do Rio Tejo e do bairro de Belém a partir dessa linda fortaleza, erguida no século 10 na colina mais alta de Lisboa. Sua muralha conta com dez torres e seus jardins são adornados por flores e lagos, O nome atual deriva da devoção a São Jorge, santo padroeiro dos cavaleiros e das cruzadas.
Intervenções arqueológicas permitiram registar testemunhos de ocupação desde pelo menos o século VI a.C.. Fenícios, Gregos, Cartaginenses, Romanos e Muçulmanos por aqui passaram.
O Castelo sofreu importantes intervenções de restauro na década de 1940 e no final da década de 1990, que tiveram o mérito de reabilitar o monumento, atualmente um dos locais mais visitados pelo turista na cidade de Lisboa.
O monumento oferece aos visitantes os jardins e miradouros de onde se pode observar a cidade em todo o seu esplendor, um espetáculo multimidia (Olisipónia), uma câmara escura (Torre de Ulisses – viagem de 360º sobre Lisboa), espaço de exposições, sala de reuniões/recepções (Casa do Governador) e loja temática.
É difícil para quem está nos bairros centrais de Lisboa não perceber a existência desta fortaleza, principalmente para um típico turista, que geralmente caminha olhando para todas as direções, procurando ver o máximo possível de tudo ao mesmo tempo. Imponente, majestoso e sóbrio, dominando a cidade do cume da mais alta de suas sete colinas, está o Castelo de São Jorge, considerado o próprio berço da cidade de Lisboa.


Chiado
O Chiado é, hoje, uma área de comércio nobre com todo o tipo de facilidades e animação de rua. Aqui encontra hotéis, teatros, livrarias, museus, restaurantes, lojas de designers portugueses famosos e o famoso refúgio favorito de personalidades como Fernando Pessoa e Eça de Queiroz: o café "A Brasileira".
No dia 25 de Agosto de 1988, o Chiado foi devastado por um fogo que começou num armazém na Rua do Carmo e que se estendeu até à Rua Garrett. Apesar de ainda serem visíveis algumas cicatrizes desse terrível acontecimento, um impressionante programa de recuperação devolveu ao Chiado a vida que em tempos teve e agora ele está melhor que nunca!
Elevador da Glória
Elevador de 1885, sobe a calçada íngreme da Glória que liga a Av. da Liberdade, ao lado da Palácio Foz, até ao miradouro da Rua de São Pedro de Alcântara, na colina do Bairro Alto. Inicialmente os elevadores tinham dois pisos e movimentavam-se através de um sistema de contrapeso de água, sendo eletrificado em 1915.
As duas carruagens, idênticas e numeradas 1 e 2, foram construídas pela empresa alemã Maschinenfabrik Esslingen; são compostas por duas coxias de comando e por um salão de passageiros com dois bancos corridos de costas viradas para as janelas, tudo no mesmo nível horizontal — havendo uma extremidade mais alta (anterior no sentido descendente) e outra mais próxima do solo, tal como o Elevador do Lavra, no que difere de muitos outros funiculares. As entradas e saídas de cada carruagem fazem-se por duas portas munidas de cancela pantográfica e situadas na extremidade com menor desnível em relação ao exterior, de ambos os lados do posto de comando ativo em ascensão.
Dos quatro ascensores atualmente em atividade na cidade de Lisboa, o Elevador da Glória é o mais movimentado, chegando a transportar anualmente mais de 3 milhões de passageiros. Foi construído pelo engenheiro português Raoul Mesnier du Ponsard, e a inauguração deu-se a 28 de Junho de 1892. Começou por funcionar com depósitos de água, que, graviticamente, faziam descer um dos ascensores e subir o outro. Depois foi movido a vapor e, a partir de 1914, passou a mover-se a energia elétrica.
Até finais do século XIX, a iluminação dentro da cabine era feita com velas, durante as viagens noturnas. O Elevador da Glória é um funicular operado pela Carris. Liga a Baixa (Praça dos Restauradores) ao Bairro Alto (Jardim / Miradouro de São Pedro de Alcântara), em Lisboa, Portugal, e foi inaugurado a 24 de Outubro de 1885. Desde Fevereiro de 2002, está classificado como Monumento Nacional.

Elevador de Santa Justa
Também conhecido como Elevador do Carmo, liga a rua do Ouro e a rua do Carmo ao largo do Carmo e constitui-se num dos monumentos mais interessantes da Baixa de Lisboa. A bilheteira localiza-se por trás da torre, sob os degraus da rua do Carmo. Os passageiros podem subir ou descer pelo elevador dentro de duas elegantes cabinas de madeira com acessórios de latão.
A estrutura, em estilo neogótico, foi construída na viragem do século XIX para o XX com projeto do engenheiro Raoul Mesnier du Ponsard, que também se responsabilizou por outros similares no país. Contrariando a afirmação popular, não está comprovada a ligação deste engenheiro a Gustave Eiffel. O que se sabe é que tanto Ponsard quanto o arquiteto francês Louis Reynaud aplicaram nestes elevadores algumas das técnicas e materiais já utilizados em França.
Igreja, Convento e Museu Arqueológico do Carmo
Localiza-se no Largo do Carmo e já foi a principal igreja gótica da capital, que pela sua grandeza e monumentalidade concorria com a própria Sé de Lisboa. Ficou em ruínas devido ao terremoto de 1755, não tendo sido reconstruída. Constitui-se em um dos principais testemunhos da catástrofe ainda visíveis na cidade. Atualmente as ruínas abrigam o Museu Arqueológico do Carmo.
O Convento do Carmo foi fundado por D. Nuno Álvares Pereira em 1389. Foi ocupado inicialmente por frades carmelitas de Moura, chamados por D. Nuno para ingressar no convento em 1392. Em 1404, D. Nuno doou os seus bens ao convento e, em 1423, ele mesmo ingressou no convento como religioso, período em que as suas obras estariam concluídas. O Condestável escolheu ainda a Igreja do Convento como sua sepultura.
A parte habitável do convento foi convertida em instalações militares em 1836. Foi aqui, no Quartel do Carmo, sede do Comando-Geral da GNR, que o Presidente do Conselho do Estado Novo, Marcelo Caetano, se refugiou dos militares revoltosos, durante a Revolução dos Cravos. O cerco deste aquartelamento foi dirigido pelo capitão Salgueiro Maia.
No Largo do Carmo, em frente ao convento, encontra-se o Chafariz do Carmo, do século XVIII, desenhado por Ângelo Belasco e decorado com quatro golfinhos.
Jardim Botânico
O Jardim Botânico da Ajuda é o mais antigo de Portugal. Construído em 1768, por ordem do Marquês de Pombal, este jardim era utilizado pelas princesas do Palácio da Ajuda e foi nele que se reuniram as muitas espécies de outros países trazidas pelos descobridores portugueses.
Situado na Ajuda, este jardim conta com árvores com mais de cem anos de idade e com uma vista magnífica sobre o Rio Tejo. Dividido em três áreas diferentes, o magnífico Jardim Botânico da Ajuda presenteia-o com quatro estufas, sendo uma delas atualmente usada como restaurante, três lagos, canteiros de porcelana do século XIX, uma fonte do século XVIII decorada com serpentes, cavalos marinhos e criaturas míticas e muitas, muitas plantas e flores.
A entrada, feita por um portão verde de ferro, passa facilmente despercebida. Aberto entre as 9 e as 18.
Jardim Zoológico de Lisboa
Contando com uma das melhores exibições zoológicas do mundo, com condições muito aproximadas aos habitats de origem, o Jardim Zoológico de Lisboa oferece ainda diversas atividades de entretenimento e outros serviços.
As principais atrações são:
Baía dos Golfinhos: a Baía dos Golfinhos nasceu em 1995 e é, hoje, uma das maiores atrações do Jardim Zoológico. Não perca um espetáculo divertido e interessante que se desenrola no cenário de uma vila piscatória! Este espetáculo combina as acrobacias dos golfinhos e dos leões-marinhos com informação acerca das características destes animais, a sua adaptação à vida marinha e alguns elementos ecológicos.
Teleférico: aberto em 1994, o teleférico também se tornou uma das maiores atrações. Em cabines de dois passageiros, os visitantes podem desfrutar de uma viagem única de cerca de 20 minutos. Passar por cima dos hipopótamos, dos tigres, dos leões e de muitos outros animais é uma experiência capaz de lhe cortar a respiração.
Leões-marinhos: na área dos leões-marinhos pode ver um espetáculo diário, onde a relação entre os treinadores e estes afáveis animais é bastante impressionante. À medida que o treinador vai apresentado os leões-marinhos, cada um vai fazendo uma acrobacia. Aqui as crianças podem aprender algo mais acerca dos hábitos destes fantásticos animais.
Reptilário: desde o início da vida celular na Terra, há cerca de 4 milhões de anos, só existia vida no mar. Aproximadamente há 370 milhões de anos, os primeiros animais vertebrados começaram a sua aventura na terra e os répteis foram os primeiros animais 'terrestres'. Dominaram a vida na Terra durante quase todos os períodos, incluindo o período Jurássico, e os dinossauros representaram o clímax da evolução réptil. Desde então, não voltou a haver uma espécie a dominar a Terra durante tanto tempo. Mortos por um fenômeno ainda hoje inexplicável, os dinossauros deixaram de existir há muitos, muitos anos... mas algumas espécies de répteis resistiram às mais diversas adversidades e conseguiram sobreviver até hoje. Visitar o Reptilário do Jardim Zoológico de Lisboa significa fazer uma viagem ao passado e aprender tudo sobre a evolução destes animais.
Show de Araras: no Teatrinho da Natureza, um vistoso e divertido grupo de araras, catatuas e papagaios andam de bicicleta, de patins e conduzem jipes, enquanto outros mostram as suas capacidades intelectuais fazendo contas e os mais preguiçosos optam por se deitar nas espreguiçadeiras.
Quintinha: a Quintinha foi criada em 1996 para trazer as pessoas de volta ao 'campo'. Nesta zona, a intenção é estimular o contato próximo entre as crianças e os animais domésticos frequentemente vistos em propriedades rurais, assim como a possibilidade de observar no seu meio natural uma variedade de vegetais e frutos a crescerem naturalmente.
Jardins de Lisboa
Caso queira fugir das pressas da cidade, ou precise de um oásis no calor do Verão ou simplesmente lhe apeteça um passeio por entre as árvores, porque não visitar um dos muitos jardins de Lisboa (segundo a Câmara Municipal são 63 ao todo).
Do design moderno ao charme do estilo antigo, há jardins para todos os gostos nesta cidade verde. Mesmo estando no extremo da Europa aqui encontrará espécies de plantas oriundas dos quatro cantos do mundo, porque foram colecionadas nas colônias que Portugal já teve espalhadas por todo o globo.
Jardim Amália e Parque Eduardo VII
Jardim do Campo Grande
Jardim da Estrela
Jardim do Príncipe Real
Jardim e Miradouro de São Pedro de Alcântara
Jardim e Miradouro do Torel
Jardim da Praça do Império
Jardim Vasco da Gama
Jardim da Torre de Belém
Jardim do Castelo de S. Jorge
Parque Recreativo dos Moinhos de Santana
Parque do Monteiro-Mor
Parque Recreativo do Alto da Serafina
Quinta das Conchas e dos Lilazes
Tapada da Ajuda
Tapada das Necessidades
Miradouro de São Pedro de Alcântara
Este miradouro situa-se no topo do percurso do Elevador da Glória, perto de uma das muitas entradas para o Bairro Alto.
Daqui tem acesso a vistas incríveis sobre Lisboa, especialmente das áreas da Graça e do Castelo de São Jorge. Este magnífico local dá-lhe uma perspectiva única da cidade que tem vindo a misturar o velho e o novo.
Calmo durante o dia, este miradouro fica completamente diferente à noite. Idosos a jogar às cartas ou a passear os seus amigos de quatro patas cedem o espaço a uma multidão mais jovem que procura a diversão e a ação que caracterizam a noite do Bairro Alto.
Situa-se na Rua de São Pedro de Alcântara, perto do Bairro Alto.
Mosteiro dos Jerônimos
O Mosteiro dos Jerônimos é frequentemente conhecido como a 'jóia' do estilo Manuelino. Este estilo combina elementos arquitetônicos dos períodos Gótico e Renascentista, juntando-os a uma simbologia real e naturalista, que o tornam verdadeiramente único.
Em 1496, o rei D. Manuel I pediu à Santa Sé autorização para construir um grande mosteiro à entrada de Lisboa, perto das margens do rio Tejo. As obras começaram em 1501 e só terminaram quase um século depois. D. Manuel I e os seus descendentes foram enterrados em túmulos de mármore situados na capela-mor da Igreja e capelas laterais do transepto.
A dedicação do mosteiro à Virgem de Belém foi outro fator que influenciou a decisão régia. O Mosteiro dos Jerônimos veio substituir a igreja que invocava Santa Maria de Belém, onde os monges da Ordem de Cristo davam assistência aos muitos marinheiros que por ali passavam. Por esta razão, D. Manuel I escolheu os monges da Ordem de S. Jerônimo, cujas funções eram rezar pela alma do rei e dar apoio espiritual aos que partiram da Praia do Restelo à descoberta de novas terras.
Por ter sido construída nos bancos de areia do rio Tejo, a estrutura do mosteiro não sofreu muitos danos com o terremoto de 1755.
Em 1907 foi declarado Monumento Nacional e em 1984 foi classificado “Patrimônio Cultural de toda a Humanidade” pela UNESCO.
Oceanário
Habitado por mais de 16.000 animais e plantas que representam mais de 450 espécies diferentes, o maior Oceanário da Europa oferece aos que o visitam uma experiência única e encantadora.
Quatro biótipos, representando diferentes zonas costeiras à volta do globo, estão dispostos nos cantos de um tanque central, que representa o conjunto dos Oceanos. Formando um todo harmonioso, estes cinco tanques são o núcleo central da exposição, enfatizando o referido conceito de Oceano Global.
Só existe um aquário no mundo maior do que o do Oceanário - o Aquário Osaka no Japão. Foi construído há cerca de 10 anos pelo mesmo arquiteto que concebeu o de Lisboa – Peter Chermayeff.
O Oceano Global, um dos maiores aquários do mundo (4 milhões de litros), é visível ao longo de todo o percurso de visita pelo Oceanário. Representa o mar Aberto e uma boa parte dos seus habitantes são animais de grande porte, bem conhecidos pela sua grande velocidade. São vulgarmente migradores, podendo atravessar vários oceanos. Os mais conhecidos são os tubarões, as raias e as barracudas. Os grandes cardumes também se movimentam nas águas do mar aberto, embora se encontrem frequentemente nas águas costeiras e da plataforma continental.
Padrão dos Descobrimentos
O Padrão dos Descobrimentos foi inaugurado em 1960, quando das celebrações dos 500 anos da morte do Infante D. Henrique (Henrique O Navegador). Evoca claramente a expansão marítima e foi desenhado na forma de uma caravela, liderada pelo Infante D. Henrique - que segura numa mão uma pequena caravela -, seguido de muitos outros heróis da história portuguesa (Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral - que descobriu o Brasil - Fernão Magalhães - que atravessou o Pacífico em 1520 -, o escritor Camões e muitos outros).
Visto da gigantesca Rosa-dos-Ventos, este monumento fascina pela sua majestosidade e pelos seus 50 metros de altura, sendo visitado por milhares de pessoas todos os anos. Minuciosamente esculpida em pedra, a Rosa-dos-Ventos foi um presente da República da África do Sul e percepciona-se melhor do cimo do Padrão dos Descobrimentos, cujo acesso é feito pelo elevador situado dentro do edifício. O mapa central, com figuras de galeões e sereias desenhadas, mostra as rotas das descobertas concretizadas nos séculos XV e XVI.
Este monumento situa-se em Belém, na margem do rio Tejo, numa área única e é particularmente impressionante à luz do pôr-do-sol.
Palácio de São Bento
O Palácio de São Bento também é conhecido como "Assembléia da República" ou "Parlamento Português". Este é o local onde os políticos, eleitos por um período de quatro anos, decidem o futuro do país.
O Palácio de São Bento teve origem no primeiro mosteiro Beneditino construído em Lisboa em 1598. O mosteiro foi, então, deslocado para esta zona para dar abrigo a uma comunidade religiosa crescente e para estar mais perto do núcleo urbano. Ainda não se tinham concluído as obras e já o terremoto de 1755 causava graves danos no mosteiro. Mas foram a Revolução Liberal de 1820 e a extinção das ordens religiosas em 1834 que conduziram à instalação do Parlamento no Palácio de São Bento.
A escadaria exterior foi construída em 1941 e encontra-se ladeada por dois leões, simbolicamente utilizados como sentinelas. Na fachada principal, ao cimo das escadas, encontra uma arcada onde se pode ler a palavra em latim 'Lex' - em alusão à função da Assembléia - e quatro estátuas alegóricas femininas - 'Prudência', 'Justiça', 'Força' e 'Temperança'.
O frontão situado a cima da varanda tem 30m de comprimento e 6 de altura e o tímpano foi decorado pelo escultor Simões de Almeida, dentro de uma estética de acordo com o academismo vigente na Escola de Belas Artes, onde leccionava. Este tímpano representa o Estado Novo, com a Nação ao meio simbolizada pela insígnia latina 'Omnia Pro Patria' (Tudo pela Nação) e rodeada por 18 imagens que representam, entre outras, áreas como a Indústria e o Comércio.
Parque das Nações
Esta é a mais recente zona nobre de Lisboa (pela idade de Lisboa, pode-se chamar de recente - 1998). O espaço em tempos ocupado pela 'Expo 98' não foi deixado ao abandono e é hoje conhecido como Parque das Nações. Frequentado tanto de dia como de noite, reúne inúmeras atrações: pode optar por um passeio junto ao rio ou apenas apreciar a Ponte Vasco da Gama sentado à beira-rio; visitar alguns dos pavilhões que se mantiveram abertos, como o Oceanário, o Pavilhão da Realidade Virtual, o Pavilhão do Conhecimento; ver concertos ao vivo no Pavilhão Atlântico; andar de teleférico; atravessar a estrada e fazer compras no Centro Comercial Vasco da Gama; deliciar-se com uma refeição especial em alguns dos melhores restaurantes da cidade; ou apenas tomar uma bebida num dos muitos bares existentes na zona! Como pode ver, existem opções para todos.


Parque Eduardo VII
É o maior parque do centro de Lisboa, sendo comumente conhecido apenas por Parque Eduardo VII. Foi batizado em 1903 em honra de Eduardo VII do Reino Unido, que havia visitado Lisboa no ano anterior para reafirmar a aliança entre os dois países. Se estende por vinte e cinco hectares e foi aberta no princípio do século XX e destinava-se ao prolongamento da Avenida da Liberdade. No canto noroeste do parque, no local de uma antiga pedreira de basalto, encontra-se a Estufa Fria, com uma diversidade de plantas exóticas, riachos, cascatas, palmeiras e trilhos, fúcsias, arbustos em flor e bananeiras e a Estufa Quente com plantas luxuriantes, lagos e cactos bem como aves tropicais. Perto das estufas encontra-se um lago com grandes carpas e um parque para as crianças brincarem, com a forma de um galeão. No lado leste está o Pavilhão Carlos Lopes que recebeu o nome do vencedor da maratona olímpica de 1984. No topo norte encontra-se o Monumento ao 25 de Abril inaugurado em 1997, realizado por João Cutileiro, e alvo de muita polémica pela sua forma fálica. Seguido pelo Jardim Amália Rodrigues que homenageia a diva portuguesa do fado.
Planetário Calouste Gulbenkian
Situa-se em Belém, ao lado do Mosteiro dos Jerônimos e perto do Centro Cultural de Belém e da Fábrica dos Pastéis de Belém. O Planetário recria o céu à noite e revela os mistérios do cosmos. As diversas sessões, apresentadas em Português, Inglês e Francês, falam dos seguintes temas 'O Sistema Solar', 'A Lua', 'A Evolução das Estrelas, 'O Movimento da Terra', ' Terra - Planeta Vivo', 'O universo', 'O sol', 'As constelações' e muitos outros.

Ponte 25 de Abril
A Ponte 25 de Abril, também conhecida como Ponte sobre o Tejo, foi inaugurada em 1966 com o nome Ponte Salazar, em memória ao ditador que a mandou construir. Mais tarde, a ponte recebeu o atual nome em homenagem à 'Revolução dos Cravos' que aconteceu a 25 de Abril de 1974. Este foi um dia de revolução "não sangrenta". Na Revolução dos Cravos, os soldados puseram cravos no cano das suas armas e revoltaram-se contra a ditadura mais longa do mundo.
Esta ponte é muito parecida à Ponte Golden Gate em São Francisco. Tem 2.278km de comprimentos e parte do cimo de Lisboa, mais precisamente de Alcântara e termina em Almada, na margem sul do rio.


Ponte Vasco de Gama
É a maior ponte da Europa com um comprimento de 17.2 km, 10 dos quais sobre o Rio Tejo. Foi inaugurada a 4 de Abril de 1998. Situada perto do Parque das Nações (onde se realizou a Expo 98), recebeu o seu nome no mesmo ano em que se festejou o 5º centenário da chegada de Vasco da Gama à Índia. Permite que o tráfico no sentido norte-sul tenha uma via secundária para a capital portuguesa e foi construída como alternativa à Ponte 25 de Abril, frequentemente congestionada em horas de ponta. Parece não ter fim, quando da sua construção, teve que ter especial cuidado com uma reserva de pássaros local, tendo-se procedido também ao realojamento de 300 famílias, que viviam em condições precárias.
A ponte foi construída de modo a suportar um terremoto quatro vezes maior do que o de 1755 que devastou Lisboa.
Praça da Figueira
"Há um período de festas populares em que o alfacinha não sai de Lisboa, e em que cai em Lisboa um poder do mundo dos saloios. É no mês de Junho, quando se festeja Santo Antônio, São João e São Pedro. São verdadeiras romagens das aldeias e casais da cercania ao coração da cidade, prazo-dado, sem ajuste nem convite, de todos os guitarreiros e cantadores do termo. As noites da Praça da Figueira e suas imediações têm nessa ocasião um cunho lisboeta e provinciano que se não confunde, na contagiosa alegria dos descantes, das guitarras, dos balões de cores, das gaitas e assobios de barro, dos pregões de frutas, manjericos e cravos, todo aquele ir e vir de grupos que a folia impele, sem nexo e sem sentido, formigueiro humano, onda de povoléu". Alfredo Mesquita.
Esta era uma descrição da Praça da Figueira no séc. XIX. Por esta altura, esta praça era o centro das festividades dos santos populares e, de dia, funcionava como mercado da cidade. Hoje, a realidade da Praça da Figueira é bem diferente: o mercado aberto deu lugar a lojas, hotéis e cafés e no meio encontra-se uma estátua do Rei João I. Debaixo do pedestal onde se encontra a estátua costumam aninhar-se centenas de pombos. A Praça da Figueira é também um ponto de passagem bastante movimentado, situado entre o Rossio e o Martim Moniz, e conta com todo o tipo de transportes, desde o Metro, aos autocarros e elétricos que o levam a quase todos os pontos da cidade.

Praça de Comércio
Também conhecida como Terreiro do Paço, a Praça do Comércio é uma das mais majestosas praças de Lisboa e do Mundo. Situada frente ao Rio Tejo, a Praça do Comércio parece querer fazer inveja à beleza do rio, à sua dimensão e cor hipnotizante. Esta é uma das maiores Praças da Europa, com cerca de 36000m² (180m x 200m). O seu nome “Terreiro do Paço” vem de outros tempos, quando albergava na ala ocidental, desde o século XVI, o Palácio dos Reis de Portugal, e a sua magnífica Biblioteca de mais de 70.000 volumes. Destruídos irremediavelmente no Terramoto de 1755, esta Praça tornou-se no elemento fundamental do plano do Marquês de Pombal, Ministro do Rei D. José I, que escolheu privilegiar e valorizar a classe comercial, financeira e burguesa que muito contribuiu para a reconstrução da Lisboa pós-terramoto, daí o nome de “Praça do Comércio“.
Durante séculos a Praça do Comércio foi a grande sala de recepção de Lisboa para quem vinha de barco, desfrutando de uma paisagem única do Rio e da cidade, situando-se aqui o Cais de desembarque de Reis e Chefes de Estado de visita ao País, sendo ainda visível a escadaria em mármore do Cais das Colunas que sai do Rio Tejo em direcção à Praça do Comércio.
A Praça, já delineada pelo plano Pombalino, é caracterizada pelos seus edifícios arqueados, pintados, quando da implantação da República, em cor-de-rosa republicano, voltando recentemente à sua cor original amarela, sede de departamentos governamentais e de alguns restaurantes, encontrando-se aqui o café-restaurante mais antigo de Lisboa: o "Martinho da Arcada".
No centro geométrico da Praça, e virada para o rio, encontra-se a estátua equestre de D. José I, montado no seu cavalo Gentil, trabalho em bronze do afamado escultor Machado de Castro, erigida em 1775.
No lado norte da praça, encontra-se o Arco Triunfal da Rua Augusta, a entrada majestosa para a Baixa, pela graciosa Rua do Ouro, uma das principais áreas de comércio pedestre da baixa de Lisboa. O arco contem diversas figuras de prumo do País (Vasco da Gama, Marquês de Pombal, Nuno Álvares Pereira, entre outras) ladeadas pelas representações dos rios Tejo e Douro, com referências aos grandes valores e virtudes da Pátria, de frente para o Tejo, como que a abrir o caminho para o sentido universal do mundo.
Praça dos Restauradores
Situada no extremo sul da Avenida da liberdade, a Praça dos Restauradores é considerada o ponto de partida da expansão da cidade para norte, afastado o seu rumo da margem do Rio Tejo. Uma das áreas mais movimentadas da cidade, ligando a Baixa Pombalina à Praça Marquês de Pombal, tem como símbolo um monumento em forma de Obelisco, erigido em 1886, que comemora a restauração de 1640 da Independência de Portugal de Espanha. No pedestal deste monumento encontram-se duas figuras de bronze, representando a Vitória e a Liberdade.
O ponto forte desta praça é, indubitavelmente, a arquitetura, com diversos edifícios que a circundam característicos e históricos, como o Palácio Foz (atual Posto de Turismo), o Orion Eden Hotel (antigo cinema Eden), o pequeno coreto, o elegante Avenida Palace Hotel, entre muitos outros, que traduzem a esta Praça um charme especial que herdou desde o século XIX, quando era passagem obrigatória nos distintos passeios burgueses.
Praça Marquês de Pombal
Esta praça é uma prova de fogo para qualquer condutor. Se não tem muita experiência como condutor, depois de passar na rotunda do Marquês de Pombal, sentir-se-á preparado para qualquer coisa!
A Praça do Marquês de Pombal situa-se entre a Avenida da Liberdade e o Parque Eduardo VII. No centro ergue-se o magnífico monumento em honra do Marquês de Pombal, o homem que ficou à frente da reconstrução de Lisboa depois do terremoto de 1755. Neste monumento, pode ver o Marquês no topo, com a mão num leão (símbolo de poder), a olhar para a sua obra-prima: a baixa de Lisboa.
Diretamente ligado à sua vida, este monumento inclui referências às reformas introduzidas pelo Marquês nas áreas da educação, política e agricultura e, como não podia deixar de ser, ao momento que mudou a sua vida - o terremoto de 1755, representado por blocos de pedra partidos e ondas a simular a inundação da cidade.
Sob a praça passa o Túnel do Marquês, extenso túnel rodoviário que liga o eixo da Avenida Fontes Pereira de Melo com a auto-estrada A5 e que se destina a servir os automobilistas dos concelhos a oeste de Lisboa.

Rossio
O Rossio conta com uma das praças mais bonitas de Lisboa. As pessoas passam por aqui todos os dias, apressando-se para irem trabalhar e raramente reparam na beleza do que têm à sua volta. Não é apenas a beleza dos seus monumentos e das suas fontes, ou a sua fascinante história... o Rossio é um livro vivo.
Recentemente renovado, não perdeu contudo o seu misticismo... Sinta-o no Teatro Nacional D. Maria II, onde muitas peças foram, e são, representadas e vistas por reis e rainhas, nas fontes usadas no início de Outubro para batizar os calouros acabados de entrar na universidade, nos cafés em tempos frequentados por personalidades portuguesas - e... sim... nas castanhas assadas que já se vendem na Praça do Rossio há muitos, muitos anos.
No meio da praça está uma estátua de D. Pedro IV e a seus pés quatro figuras femininas representam a Justiça, a Sabedoria, a Força e a Temperança, qualidades atribuídas a D. Pedro.
Em estilo neo-manuelino, a estação de comboios do Rossio é um incrível monumento, que se situa entre a Praça do Rossio e os Restauradores e foi desenhada pelo arquiteto José Luís Monteiro. As oito portas combinam com as nove janelas e com o relógio incrivelmente decorado, situado no cimo da fachada.
Rua Augusta
Situa-se num dos quarteirões mais movimentados de Lisboa. Fechada ao trânsito, esta rua conta com todo o tipo de lojas para todo o tipo de gostos, com vendedoras de flores, vendedores de castanhas assadas, artistas de rua independentes como o 'homem-estátua' ou o familiar tocador de harmônica e muito, muito mais.
Nos dois extremos da Rua Augusta encontra duas praças magníficas: a Praça do Rossio e a Praça do Comércio. Perto do arco que abre caminho para a Praça do Comércio costumam ter vendedores de rua oferecendo o mais variado tipo de produtos: anéis, bijuteria, calçado, malas, cachecóis ou tatuagens temporárias etc. (Muito cuidado por tem pessoas vendendo drogas também).
Outro aspecto curioso nesta área é o nome das ruas paralelas à Rua Augusta. Grande parte dos nomes diz respeito aos ofícios ou aos materiais que em tempos se praticaram ou circularam nelas: Rua dos Sapateiros, Rua da Prata, Rua do Ouro, etc.
O velho estilo arquitetônico, originário da reconstrução de Lisboa levada a cabo pelo Marquês de Pombal depois do terremoto de 1755, ainda está intacto, por isso pode ver muitos dos edifícios com o seu traçado original.
Casino Lisboa
O Cassino Lisboa, localizado no Parque das Nações, mesmo em frente ao Oceanário, é o mais recente equipamento turístico de entretenimento da capital.
O cassino, de arquitetura minimalista e largas paredes de vidro, distribui-se por 3 andares com 1000 slot machines e 22 mesas de jogo. Com um terço do seu espaço total destinado ao jogo, o Cassino Lisboa dispõe ainda de uma grande sala de espetáculos, o Auditório dos Oceanos, além de bares, três restaurantes e zonas de animação, distribuídos por três pisos. O equipamento, para além de constituir-se como casa de jogo, pretende ser um forte polo de oferta artística e cultural.


Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva
É um museu interativo de ciência e tecnologia apresentando regularmente várias exposições de caráter essencialmente lúdico, as suas exposições e atividades permitem aos visitantes explorar muitos e variados temas e experiências científicas e tecnológicas, de forma ativa e descontraída.
Localizado no Parque das Nações, o Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva foi desenhado pelo arquiteto João Luís Carrilho da Graça e distinguido com o Grande Prémio do Júri FAD 1999. É um edifício emblemático, representativo da mudança arquitetônica que aconteceu em Lisboa com a EXPO’98.


MEO ARENA - A grande sala de Lisboa
O MEO Arena é um dos mais modernos e maiores pavilhões cobertos da Europa e está apto a receber os mais variados tipos de eventos. Com capacidade para 20 mil pessoas, o recinto acolhe cerca de cem eventos por ano. Com uma arquitetura baseada nas antigas naus que protagonizaram os Descobrimentos portugueses, o MEO Arena é hoje palco de inúmeros eventos desportivos e acolhe os grandes espetáculos que se realizam na capital.


Marina Parque das Nações
Uma Marina urbana, no centro da cidade, a 5 minutos do aeroporto.
Com 602 amarrações, para embarcações até 25m e cruzeiros/mega Iates até 230m, oferece uma vasta gama de serviços de manutenção.
Está inserida no Parque das Nações, com uma das reservas naturais mais importantes da Europa às suas portas.


Gare do Oriente
Quando se chega ao Parque das Nações é impossível não reparar na obra do arquiteto espanhol Santiago Calatrava. A Gare do Oriente domina a visão, funcionando como um elemento de ordenação urbana, imponente, e inclui um terminal rodoviário, parqueamento, estação de metro, estação de comboios e uma galeria comercial.
Teleférico
Uma das melhores formas de apreciar a mais deslumbrante e abrangente vista do Parque das Nações e do rio Tejo, ao longo de um percurso de mais de mil metros.


Torre Vasco da Gama
Com mais de 140 metros de altura, proporciona uma vista surpreendente sobre o Parque das Nações, o rio Tejo e Lisboa.
Atrações próximas a Lisboa
Cascais
Tradicionalmente um pequeno porto de pesca, Cascais mudou muito nos últimos 100 anos para se tornar numa das localidades portuguesas preferidas pelos turistas. Cascais emana uma atmosfera cosmopolita sem perder o seu encanto natural.
A baía é a principal atração de Cascais. Vale a pena andar nos passeios que rodeiam a baía e dar-se conta do contraste existente entre as cores dos pequenos barcos de pesca e a sobriedade dos iates e barcos à vela ancorados na marina.
Depois de admirar a baía pode dar um pulinho até ao forte, ao Museu do Mar e ao fascinante Museu Conde Castro Guimarães, onde encontra também uma pequena praia privada. Neste último, pode ouvir alguns dos melhores concertos clássicos que acontecem com alguma regularidade em Cascais.
Se gostar de passear em parques, há um perto do museu onde pode tirar um minuto ou dois para relaxar debaixo da sombra das árvores.
No seu caminho de volta à baía, aproveite para partir à descoberta das ruas típicas de Cascais e para ver as tradicionais casas brancas, as magníficas calçadas e as antigas fachadas cobertas de azulejos.
Perder-se nos meandros de Cascais é uma experiência muito agradável, que lhe permite estar em contato com recantos pitorescos e os seus pequenos, mas acolhedores, restaurantes, cafés e lojas. Noutras partes desta localidade encontrará palácios antigos e luxuosas casas, cuja arquitetura é simplemente magnífica e digna de ser examinada com mais atenção. O Forte de S. Jorge, reaberto em Dezembro de 2000, foi, em tempos, uma das estruturas defensivas mais importantes da costa de Lisboa e é hoje um museu militar. A fachada principal foi reconstruída com base em documentos que datam de 1796 e algumas das divisões do forte escolhidas para retratar cenas do que seria a vida quotidiana da época.
Mas, para conhecer melhor qualquer área não há nada melhor do que deixar-se levar pela sua imaginação, dando a si mesmo a liberdade de se perder até ter vontade de encontrar o seu caminho novamente.
Atenção: Não precisa contratar Agencia de Turismo para ir a Cascais. Vá para o Cais do Sodré, próximo a Praça do Comércio, e faça um belo passeio de trem, muito barato, até a bela Cascais. No retorno não deixe de arriscar alguns euros no Cassino de Estoril, pertinho de Cascais. O trem para lá no retorno.


Costa da Caparica
Pertencendo ao conselho de Almada, a zona também conhecida como Costa ou apenas Caparica, situa-se na margem sul do rio Tejo, onde magníficas praias de areia dourada se estendem por cerca de 30 km até ao Cabo Espichel. Vastas áreas de eucaliptos, pinheiros e acácias acompanham as brancas e finas areias. Mas a Costa é muito mais do que praia e grandes áreas de areia. Conta também com um mercado que se realiza entre Terças e Domingos, onde as mulheres dos pescadores e agricultores aclamam os seus produtos. Para além de tudo isto, fica a certeza de encontrar bons restaurantes de peixe - onde pode provar pratos frescos, deliciosos e originais - e bares na praia com todo o tipo de animação noturna.
No rochedo acima da praia, situa-se um Mosteiro Capuchinho antigo, fundado originalmente em 1558.
Palácio de Queluz
Queluz é uma localidade muito próxima de Lisboa e conta com um dos palácios mais bonitos na zona: o Palácio Nacional de Queluz!
Em 1747, o Infante D. Pedro (futuro D. Pedro III - Rei de Portugal), contratou o arquiteto Mateus Vicente de Oliveira para transformar esta casa de caça do séc. XVII num palácio de Verão em estilo Rococó. O corpo principal do Palácio, construído até 1758, concluiu-se depois do casamento de D. Pedro com D. Maria Francisca, futura Rainha D. Maria I (1760). Por esta altura, enobreceram-se os ricos salões, bem como os encantadores jardins, com os mais variados tipos de fontes barrocas, azulejos e estátuas. Jean Baptiste Robillion foi o mestre francês responsável pelo magnífico Pavilhão Robillion, pelos jardins e pela renovação da Sala de Música.
Frequentemente comparado ao Palácio de Versailles, este monumento - para além do Pavilhão construído por Robillion que detém claras influências européias - é muito português, tanto em escala como no próprio espírito artístico.
Atualmente, este palácio é usado pelo Estado Português como residência do Governo e de Chefes de Estado em visita a Portugal, bem como para reuniões especiais. Encontra-se também aberto a todos que o queiram visitar, por isso faça questão de provar um dos muitos deliciosos pratos servidos no restaurante Cozinha Velha, situado numa das alas do palácio, e de não perder a incrível exposição de artes decorativas proveniente de coleções reais.


Palácio de Mafra
Os trabalhos no palácio e mosteiro em Mafra começaram em 1717, depois de João V ter jurado construir um mosteiro como prova de gratidão pelo nascimento de um herdeiro ao trono. Foi, a princípio, um edifício modesto, cujo objetivo era dar guarida a um pequeno número de monges. Mas, à medida que os barcos chegavam a Portugal, trazendo mais e mais riqueza do Novo Mundo, novos planos se faziam. Ao todo, 52.000 homens trabalharam no monumento que, depois de concluído, tinha capacidade para receber 330 frades, incluía uma zona real e uma das bibliotecas mais ricas da Europa, com cerca de 40.000 obras. No 41º aniversário do rei, a Basílica foi finalmente consagrada e os festejos duraram oito dias seguidos. João V morreu em Lisboa a 31 de Julho de 1750.
Vários monarcas encararam o palácio como casa de caça. Quando a família partiu para o exílio no Brasil, em 1807, levou a maior parte da mobília consigo. À medida que as tropas se juntaram para formar a invasão de Napoleão, Mafra foi-se tornando uma base militar e o mosteiro passou a servir como quartel.
Atualmente, este edifício está parcialmente sob as regras do IPPAR (Instituto Português do Patrimônio Arquitetônico), no programa de recuperação. Uma das principais prioridades no campo da recuperação centrou-se nos históricos órgãos.
Palácio da Pena
O Palácio da Pena surgiu em 1839, quando o rei consorte D. Fernando II adquiriu as ruínas do Mosteiro de Nossa Senhora da Pena para  adaptá-lo a um palácio. O edifício original, em tempos ocupado pelos monges Jerônimos, data de 1503. A fachada principal do convento foi mantida, à semelhança do que aconteceu com a igreja e com o claustro, cujas galerias se encontram cobertas de azulejos.
Nascido na Alemanha, D. Fernando II trouxe para Portugal a arquitetura romântica germânica. O palácio, um projeto do Barão Eschwege, inspirou-se nos palácios da Bavária e juntou influências Mouras, Góticas e Manuelinas.
Nos anos 90, o palácio foi alvo de uma significativa restauração e a maior alteração é visível ao longe: a sua pintura em côr-de-rosa e amarelo. Apesar de ter chocado os habitantes de Sintra, habituados a verem-no 'vestido' de cinzento, estas eram, na realidade, as cores originais do Palácio da Pena!
O quarto monumento nacional mais visitado em Portugal está mobiliado com peças características da altura em que surgiu e conta com excelentes vistas sobre os arredores.
Praia do Guincho
A Praia do Guincho, situada logo após Cascais (quando se vem de Lisboa), é um dos melhores locais em Portugal para a prática de surf e windsurf, sendo frequentemente escolhido para a realização de competições nacionais e internacionais. Julho e Agosto são os melhores meses para estes desportos, mas o vento começa-se a mostrar logo em Maio, soprando até Outubro.
A parte sul da praia é geralmente escolhida pelos surfistas e o lado norte conta com condições mais propícias ao windsurf.
Esta praia conta com ainda com muito entretenimento de Verão, fornecido pelos bares e restaurantes que se estendem um pouco por toda a costa.
Daqui, recomendamos seguir até ao Cabo da Roca, o ponto mais ocidental da Europa continental e até Sintra, casa de encantadores palácios e jardins de sonho.
Serra da Arrábida
Perto de Lisboa existem cantinhos encantados pelos quais se apaixonará. A Serra da Arrábida é, sem dúvida, um deles! Situada entre Setúbal e a magnífica área de Sesimbra, a Arrábida combina 35 km de montanhas com uma incrível costa marítima. Foi declarada Parque Natural em 1976 para proteger as muitas espécies existentes aqui, sendo que algumas zonas só podem ser visitadas mediante autorização oficial. Caminhar nestas montanhas é, de fato, uma experiência inesquecível - vistas de cortar a respiração, juntamente com o contato com a natureza, fazem deste um sítio para voltar sempre.
A sua costa tem algumas das melhores praias da região, tais como o Portinho da Arrábida e a praia de Galapos, onde pode desfrutar das maravilhas do sol e de um mar verdadeiramente azul ou ainda provar uma das excelentes seleções de peixe ou marisco.
Sintra
Sintra é uma área muito romântica situada nas redondezas de Lisboa. Refúgio para os solitários e cenário encantado para os amantes, faça questão de ver Sintra com os seus próprios olhos, uma vez que cada pessoa tem uma perspectiva diferente desta maravilhosa localidade.
Esta região, que conta com inúmeros encantos, é a terra natal das deliciosas queijadas de Sintra. Monumentos, mar e montanhas juntam-se numa das mais perfeitas combinações. A serra de Sintra começa mesmo no centro da 'vila' e acaba no Oceano, no ponto mais ocidental da Europa continental - o Cabo da Roca.
Declarada Patrimônio Mundial pela UNESCO, Sintra foi muitas vezes escolhida pela aristocracia de outros tempos para aqui instalarem os seus palácios e mansões. Antes de sair de Sintra, não se esqueça de visitar o Paço Real, o Palácio Nacional da Pena, o Castelo dos Mouros, o Palácio de Monserrate e os seus incríveis jardins e alguns museus, como o Museu do Brinquedo que exibe uma fascinante coleção de brinquedos.
A misteriosa Sintra é única, não apenas pelos seus muitos monumentos, pela sua natureza e pelas suas praias, mas também por causa das suas características ruas estreitinhas. Se explorar esta espécie de becos quase se sentirá a recuar no tempo.

Atenção: Para ir a Sintra pegue o trem na Estação do Rossio. Magnífico passeio e muito barato.

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